sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Sob o céu do oeste ao horizonte do norte
Sinto a tua presença
Me agarro à espera,
Do teu corpo,
Quente e úmido como tua morada
Na qual a linha do Equador rabisca
Sorrio com indulgência
E meu coração perdoa as distâncias
Da dormência do sol
A noite singular renasce
E assim, volto a pensar que,
Do meu seco cerrado às tuas selvagens florestas
Derrubamos nossos muros
Mas que sorte a nossa!